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“Cai chuva, rude e sem dor.
Tu não choras.
Sou eu que choro.”
Solidão – Irene Lisboa

Noite de chuva

Giordana Bonifácio

Chove lá fora. Aqui, estou inteira a ruir.
Porque viver ou morrer não são nada.
Mais vale permanecer enganada,
Sem saber por que chorar ou, então, sorrir.

A minha mente não me deixa dormir.
Lá fora, os sonhos partem na enxurrada.
A dor deixa a minh’alma mutilada.
Estou confusa, já não sei o que é sentir.

A noite, toda mágoa que há em mim, chora.
Sorvo desta dor tão salgada agora.
O passado em presente foi desfeito.

Da noite, todo encanto faz-me triste.
Pois a mágoa na minha vida existe
E um coração vazio bate em meu peito.

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