ppnavidad271112

“Quando na mais sublime dor,
A mulher dá à luz,
Há sempre um Anjo Anunciador
A murmurar-lhe ao coração — Jesus!”

António Manuel Couto Viana – Natal cada Natal

Soneto de Natal

Giordana Bonifácio

Ó rei dos reis, tão pobre Nazareno,

Que numa manjedoura foi acolhido,

Tão humilde berço para um rei indevido.

Ó Jesus que se fez fraco e pequeno,

Sei que há tempos repito um só pedido,

Que ora transformo em verso doce e ameno.

Sei que aos poucos a minha alma enveneno,

Com um penar deveras descabido.

Meu Deus, já fostes Tu um homem como eu,

Sabes o quanto neste mundo sofreu,

Livres-me deste sofrer tão adverso.

Neste Natal , concedas-me esperança,

Pois a carne é fraca e já se cansa

E não mais lhe há voz para entoar o verso.

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