coração+ferido

Soneto de um coração selvagem

Giordana Bonifácio

Ó coração selvagem, aonde vais?

Não vês que outra vez erras o caminho?

Será que seguirás sempre sozinho

Nesta estrada que não termina mais?

 

Ó meu coração, quantos sonhos irreais…

Não sabes que da rosa o amor é o espinho

Cujas mágoas não findam como o vinho?

Ó tolo, o passado já não volta mais!

 

Não lamentes as noites mal dormidas,

Nem mesmo cubra tuas muitas feridas.

Pois vai brilhar-te a luz clara do dia.

 

Ó coração, tão doce e torturado,

Tu choras num soluçar murmurado,

Tua dor amarga, a tua imensa agonia.

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