correntes2

O segredo

Giordana Bonifácio

Minha alma está num vil cárcere presa,
Soluçando suas dores entre grades.
Paixões, lá fora, são-me imensidades,
Como o são mares, tardes, natureza…

Em mim, sufocar quero esta grandeza.
Não vou dar ao coração liberdades.
É um tolo que crê em loucas inverdades.
Sei que seria uma vítima indefesa,

Dos sonhos que ainda não devem ser ditos.
Amores pelo mundo ainda interditos.
Ó almas presas, fechadas pelo medo,

Que cismam silenciosas e tão graves,
Quem é que, de suas prisões, tem as chaves?
Quem vai revelar seu grande segredo?

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