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Minha amada Solidão

Giordana Bonifácio

Acolha-me, ó Solidão tão profunda.

Meu derradeiro abrigo em meio à tormenta.

Sabes que meu coração já não aguenta,

Esta cruel dor que há muito tempo o inunda.

 

Só da Saudade minha pena é oriunda,

E, no meu peito, o vil pesar só aumenta.

Ainda mais quando grasna a ave agourenta:

Nunca mais! Sentencia a esta moribunda.

 

Deixa-me, então, recostar em teu seio.

Solidão, estou cativa de teu enleio.

Embala-me tal qual a um triste infante.

 

Ó, beija-me, Tristeza, com ternura.

Faça-se o meu sol nesta noite escura.

Minha amada Solidão tão radiante.

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