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Anima mea

Giordana Bonifácio

Ó anima mea, ó pura alma tão ferida,

Ó meu refúgio, ó abrigo derradeiro,

Luz que faz de mim um homem inteiro,

Força divina que me dá acolhida,

 

Templo da fé que anima minha vida,

Faça de mim um simples mensageiro.

Ilumina este tão denso nevoeiro,

Da amarga dor advinda da dúvida.

 

Ó esperança vã, por que ainda me alagas?

Sentes falta da mão que te afaga?

Ainda sinto no peito toda a mágoa

 

De um passado que já não posso esquecer.

Faça em mim um novo dia amanhecer,

O qual me deixe os olhos rasos de água.

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