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Emoção repentina

Giordana Bonifácio

Quero escrever com sangue meu soneto.

Não vou esconder a emoção repentina.

Não vou apagar a luz que me ilumina.

Hoje vou seguir meu anseio mais secreto.

 

Nem que isso me desfaça por inteiro

Aqui derramo toda dor que sinto.

Não é solidão, somente vinho tinto.

A poesia é meu alicerce derradeiro.

 

Quero aqui desenterrar meu passado.

Quando fui, pela vida, derrotado.

Mas tal Via Crucis julgo merecida.

 

Quisera ser ao céu também eleito.

Porém, sou um ser deveras imperfeito,

E a mágoa deixou-me a alma apodrecida.

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