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Mar de dor

Giordana Bonifácio

Segurando entre os dedos minha dor.

Não é mais que um tanto de alva areia do mar.

As vagas vão e vêm, sua voz ouço me chamar.

Lá no horizonte vejo o sol se pôr.

 

Confesso às águas meus grandes pesares.

Procurei não me perder, mas foi em vão:

Foi escravo do amor meu pobre coração.

E agora sigo por tortuosos mares.

 

Não mais me vale minha amarga vida.

E a esperança há muito foi perdida.

Vejo que as ondas quebram em espuma.

 

Não há mais ninguém que guie do navio o leme.

Meu corpo frágil frente ao medo treme.

Minhas verdades já caíram uma a uma.

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