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Cemitérios da alma

Giordana Bonifácio

Árdua é esta vida, nada nela me agrada.

Todo meu sofrer fez-me repudiá-la.

Sinto-me desta dor muito enfadada.

E já a esperança em meu peito se cala.

 

Levo em minha alma muitos cemitérios.

Sonhos perdidos que restam em mim.

A dor supera todos meus mistérios.

Acho que para meu penar não há fim.

 

Dor, dor terrível que tanto me dói.

Por que não vê que já não mais consigo?

A mágoa que me afoga ainda corrói.

 

Sou agora só uma terra desolada,

E em meu coração já não encontro abrigo.

Creio que até por Deus eu fui abandonada.

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