Amor-acabou

Cruel solidão

Giordana Bonifácio

Meu corpo sente, meu coração pulsa.

Não quero ser um ser, talvez, humano?

Sei que meu corpo frágil à alma expulsa.

Sei que mentiras não existiam no plano.

 

Mas aqui sinto meu estranho presente.

Não há como entender toda esta procura?

Sou um poeta louco que seu penar mente.

Não se preocupe, minha dor não dura.

 

Talvez termine com uma sinfonia.

Eu só sonhava com uma companhia.

Mas o dia finda num silêncio triste.

 

A vida é apenas mais uma mentira.

Um grande penar que na morte espira.

Só esta solidão cruel, no fim, resiste.

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