solidão

Soneto da solidão

Giordana Bonifácio

Num universo que se crê infinito,

Sou tão pequeno… E toda dor que sinto?

No vazio não há ninguém que ouça meu grito.

Somente a ilusão… Ou o doce vinho tinto…

 

A dor é meu mistério mais profundo.

Não me compreendo, sou muito confuso.

Meus sonhos são o que possuo neste mundo.

Eu sei que nesta vida sou um intruso.

 

Tudo se torna poesia, até a lágrima,

Que nesta noite rega o travesseiro.

Até a solidão, minha companheira.

 

A fiel esposa que com tudo rima.

É da minh’alma o matiz verdadeiro.

É o borrão que destrói uma tela inteira.

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