arvore

Doces ilusões

Giordana Bonifácio

Lembro de muitas coisas que preferia esquecer.

Muitos dos fatos que  me povoam a memória,

Marcaram para sempre minha curta história.

Assistia sempre o dia, colorido, amanhecer.

 

Nascia o dia, porém ainda permanecia o sonho.

Seguindo o que me diziam as doces ilusões,

Muitas vezes padeci em terríveis confusões.

O que me tornava homem ainda mais tristonho.

 

Não desejo mais ser prisioneiro da alma.

Então ao meu corpo tenho de demandar calma.

Não serei conduzido ao sabor das correntes.

 

Ainda mais nesse rio onde as mágoas correm fluentes.

Confio no que me diz a minha sábia razão:

“As ilusões são doces, mas à vida atrasam.”

 

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