Sonho de uma tarde de primavera

Giordana Bonifácio

Foi bem assim:  no parque a cochilar estava,

Quando aconteceu tudo, penso que sonhava.

Pois nada do que via com a razão condizia.

Não posso dizer que este sonho não me aprazia.

 

Ao revés, não queria desta fantasia acordar.

Em função de bastante me estivesse a tardar.

Era tempo de já abandonar a loucura.

Pois a dor sente só quem no mundo a procura.

 

Neste desvario ou sonho tudo era perfeito.

Não havia mal que ninguém nem eu houvéssemos feito.

Nos espíritos dos homens não havia pecados.

 

Das nossas faltas nós estávamos perdoados.

Era a versão do paraíso que imagino.

Mas sabia tratar-se de mais um desatino

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