Pena perpétua

Giordana Bonifácio

Minha pena perpétua é em carne e osso, ser eu.

No labirinto da vida, vem a dúvida:

Por que ser? Se o que possuir pensava não é meu?

Meu espírito volúvel que aqui me guia a vida,

 

Não decide meus caminhos, leva-me por vielas,

Ou por escuros becos. Não sabe por onde ir?

Siga pelas ruas mais agradáveis e belas…

Não pretendo mais dos campos Elísios partir

.

A vida pode ser como a doce esperança.

Um sonho que se aguarda como a um tesouro.

Iluminado como é o sorriso de criança.

 

Ou pode ser como a mim hoje se apresenta:

Dias de solidão em que escuto um corvo em mau agouro,

Prever, com “nunca mais”, a terrível tormenta.

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