A dama na janela

Giordana Bonifácio

O que pensa a dama que está na janela?

Será que está a sonhar que alguém pensa nela?

Será que devaneia sobre mil desilusões?

Absorta, olha o nada e estas minhas alusões,

 

Aos seus possíveis sonhos sequer lhe preocupam.

Minhas deduções várias, seu tempo, não ocupam.

E a mulher na janela está com olhar vago.

E para esta poesia suas ilusões trago.

 

O fato é que à janela a mulher permanece.

Acho que espera ver a vida que acontece.

Eu aqui, preso a estes sonhos os quais desconheço.

 

Tal dama para meus versos deu-me um começo.

Minhas palavras são para ela uma homenagem.

Mas não quero estragar-lhe dos sonhos a viagem.

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