A morte do lavrador

Giordana Bonifácio

Desde a juventude à terra esteve ligado.

Com o cantar do galo, acordava bem cedo,

E do trabalho duro nunca teve medo.

Era um garoto forte e muito esforçado.

 

Porém, chegou a velhice e não teve piedade.

O homem cujas mãos o trabalho denotavam,

Bastante calejadas, pela vida oravam.

Mas é chegada a morte foi-se a mocidade.

 

O lavrador que da enxada não se separava.

Juntou-se à terra a que dedicou sua existência.

Num profundo suspiro, o homem que a terra arava,

 

A quem a doença não alcançava com frequência,

Disse adeus. Agraciado com uma rasa cova,

No fim, do tempo voraz não obteve clemência.

Anúncios
Categorias: Uncategorized | Tags: , , , , , , | Deixe um comentário

Navegação de Posts

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: