Mar

Giordana Bonifácio

As ondas vem e vão, doce respirar.

Sonhos inspira e o mundo real a expirar.

De profundidade  o mar é composto.

E batizo com suas águas o meu rosto.

 

Deste mar o sal em mim impregnado.

Estou neste infinito abandonado.

Procurando por saídas que não existem.

Porque penso que sou meio oceano também.

 

Limitado infinito, em que me afogo.

E os desejos não se cumprem logo,

Promessas que há anos restam esquecidas.

 

Trago comigo no peito estas feridas.

Perco-me para sempre neste  oscilar,

E as lembranças, no espírito a vacilar.

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