Desespero

Giordana Bonifácio

Estou em vias de entrar em desespero terrível.

Já tentei tudo, até cogitei o meio  impossível.

Mas concluo que não há saídas para o labirinto.

Estou perdido, minha penúria não minto.

 

Esta vil cilada em que estou, é obra minha apenas.

Fui eu que provoquei todas as presentes penas.

Fui tolo, confesso, não cuidei do fim adverso.

Por isso me lamento agora neste verso.

 

Não posso mais escapar é chegado o fim.

Questiono-me que terror cairá sobre mim.

Mas não me é dado temer, tenho de suportar.

 

As penas cogitadas, não posso reportar.

Sei que de todos estes crimes sou culpado.

Mas queria que de meus erros fosse perdoado.

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