A separação

Giordana Bonifácio

Sempre estive aqui só você não pode ver.

Questionei as flores, elas sempre diziam: malmequer!

E agora me procura, quando só há amargura?

Que poderia lhe dizer? Minha alma está dura.

 

Rompi os laços que ao seu coração me ligavam.

Todo seu desespero, sinto muito, é vão.

Pode implorar, suas lágrimas não me comovem.

No passado eu era tolo e, sobretudo, jovem.

 

Lembra-se de mim quando não há qualquer escolha.

Suas presas sanguinárias, peço que recolha.

Agora estou mais sábio, escolho meus amores.

 

Não serei mais a vítima de seus terrores.

Dirijo a você somente este meu desprezo.

Pode acreditar: de suas armadilhas, saí ileso.

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