A razão da rima

Giordana Bonifácio

Há uma pena na minha mão e com ela escrevo.

A poesia se espalhará por tempo longevo,

Tudo aqui escrito, ao papel não estará restrito.

É canção, história fantástica, ou talvez mito.

 

Aqui está uma pequena dose de desilusão:

A minha obra incompleta que os anjos cantam.

Pode ouvir o soar dos sinos nesse momento?

A música está neste soneto que eu invento.

 

Na verdade, são versos pobres e esquecidos.

Meus desenganos que por ninguém serão lidos.

Reconheço não ser mestre na arte da rima.

 

Sou contista, adepta da prosa ainda por cima.

Descobri-me poetisa por mero acidente.

Este poema é fruto de uma arte recente.

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