A tempestade

Giordana Bonifácio

Vem a ventania vaga nas varandas vastas.

Tudo tendente a ser destruído as nossas vistas:

Plantações, a porteira de plátano e pontes.

As más memórias marcadas em mim aos montes.

 

Tempestades terríveis já tencionaram,

Impedir a colheita, como se o coração,

Do camponês fosse tão só a planta colhida,

E não as horas trabalhadas na dura lida.

 

O sangue e o suor também semeiam sementes.

As mãos e pés que neste solo são potentes,

Renovam rudes restos. E renasce a vida.

 

A chuva hoje vem de forma desmedida,

Mas quando moderada faz nascer o broto.

Esse é o sentido deste soneto um tanto roto.

 

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