A sina

Giordana Bonifácio

A minha alma, eu creio, já nasceu peregrina.

Não posso fugir: navegar é minha sina.

Vou cruzando este tempestuoso oceano voraz

De minha imaginação. Ao viajante não verás,

 

Pois a desventura se conduz em lugares

Tão insólitos, que se o sonhar não incitares,

Não perceberás que estou em visita a exóticas

Regiões. Como não enfrentar questões políticas?

 

Basta começares a ler, que um universo

Abre-se. Bom hábito, este é incontroverso.

Ainda, induz a produção de conhecimento:

 

Os que leem escrevem com desprendimento.

Podes, assim, à minha sina entender enfim?

Devo o que sou aos livros, eles são tudo para mim.

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