O mendigo

Giordana Bonifácio

À margem da vida, ele ainda sobrevive,

Pobre, sem lar e sem emprego inclusive.

Sofre porque desumana é esta sociedade,

Pois o homem de seus iguais não é confrade.

 

Lança nas ruas os menos afortunados,

Que imploram nas sarjetas alguns trocados.

Estes desprezados não são embora infelizes,

São alegres e não se incomodam com as crises.

 

Este ser sofrido que apelidam mendigo,

Como rei se mantém, creiam no que lhes digo:

Ele não tem contas ou qualquer dívida a saldar.

 

Não tem chefes, esposas ou outro qualquer radar,

Para a vida importunar. Vivem solitários,

Mas de seus irmãos, sabem ser solidários.

 

 

 

 

 

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